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	<title>Jornal Correio do Noroeste</title>
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	<description>Jornalismo com profissionalismo</description>
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		<title>Frigoríficos pedem mais prazo e Acrimat fala em falências</title>
		<link>http://www.correiodonoroeste.com.br/destaque/frigorificos-pedem-mais-prazo-e-acrimat-fala-em-falencias</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 16:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os frigoríficos Independência S.A. e a Nova Carne Indústria de Alimentos Ltda., ambas em recuperação judicial desde 2008, pediram a suspensão do pagamento das parcelas aos pecuaristas credores de quatro a seis meses até conseguir um novo aporte financeiro, além do cancelamento do pagamento da parcela de setembro. Esta será a pauta principal da Assembléia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os frigoríficos Independência S.A. e a Nova Carne Indústria de Alimentos Ltda., ambas em recuperação judicial desde 2008, pediram a suspensão do pagamento das parcelas aos pecuaristas credores de quatro a seis meses até conseguir um novo aporte financeiro, além do cancelamento do pagamento da parcela de setembro. Esta será a pauta principal da Assembléia Geral de Credores das empresas marcada para o dia 8 deste mês (primeira chamada) e dia 13 (segunda chamada), em São Paulo.</p>
<div>O superintendente da Associação dos Criadores e Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, criticou a proposta das empresas. &#8220;Eles pagaram apenas seis parcelas e já estão voltando atrás do combinado e sem dar ao pecuarista nenhuma garantia&#8221;, afirmou.</div>
<div>
Segundo informações da assessoria de imprensa, a proposta apresentada pelo frigorífico e aceita pelos pecuaristas no dia 5 de novembro do ano passado, foi de pagamento à vista de R$ 100 mil e os com crédito superior, receberiam R$ 100 mil de entrada e saldo dividido em 24 parcelas, pagas a partir de março deste ano, e corrigidas pela taxa Selic.</div>
<div>
Vacari, que participou hoje de uma reunião no qual foi informado da proposta, declara que os produtores não irão aceitar este pedido sem ter em troca uma garantia segura de pagamento. &#8220;Já demos nosso voto de confiança e veja o que recebemos: mais um pedido de espera, até conseguirem um aporte financeiro&#8221;.</div>
<div>
Para o superintendente, o pecuarista tem duas saídas, ou aceita mais uma vez o que o frigorífico pede e torce para receber ou pedir a falência da empresa, já que eles descumpriram o acordo firmado em assembleia geral. A Acrimat decidiu que irá reunir os pecuaristas credores para discutir a situação e se preparar para mais uma Assembleia Geral de Credores e buscar a garantia de pagamento das parcelas que faltam. Das 24 parcelas, apenas seis foram pagas. A parcela de setembro já não será paga.</div>
<div></div>
<div style="text-align: right;"><strong>Ivan Pereira</strong></div>
</div>
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		<title>Secretário de Infraestrutura vistoria obras no interior de MT</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>

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		<description><![CDATA[O secretário de Estado de Infraestrutura (Sinfra), Arnaldo Alves, na companhia de uma equipe técnica, encerrou ontem os trabalhos de vistorias em várias obras executadas no interior do Estado. O objetivo foi observar como está o andamento de algumas e as condições atuais daquelas em que já foram finalizados os trabalhos.
Em Juara foi vistoriado as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado de Infraestrutura (Sinfra), Arnaldo Alves, na companhia de uma equipe técnica, encerrou ontem os trabalhos de vistorias em várias obras executadas no interior do Estado. O objetivo foi observar como está o andamento de algumas e as condições atuais daquelas em que já foram finalizados os trabalhos.</p>
<p>Em Juara foi vistoriado as obras de construção da pista de pouso do aeroporto do município. Em uma primeira etapa estão sendo realizados os trabalhos de terraplenagem. Após a conclusão dessa fase, deverá ser firmado um convênio com o governo federal para a pavimentação da pista.</p>
<p>Ao percorrer a rodovia MT-220/325, o secretário e sua comissão constataram alguns problemas que ocorreram na construção da obra, feita pela empresa Rodran, por meio do convênio entre a Associação Intermunicipal dos Produtores e Beneficiários da Rodovia MT-325/220 e Sinfra. Para sanar essas inconformidades, ficou programada para a próxima semana, uma reunião entre a Secretaria, Associação e empresa contratada.</p>
<p>Na MT-170, no trecho entre os municípios de Juína e Castanheira, foi verificado que se encontra concluída a implantação e pavimentação de 34 quilômetros de rodovia, de um total de 39,10 km. E que está em execução a construção da ponte de concreto sob o córrego das Pedras.</p>
<p>Pela rodovia MT-338, conhecida como &#8220;Estrada da Baiana&#8221;, a comissão constatou que está em fase de execução os trabalhos de pavimentação do trecho entre o distrito Ana Terra e o município de Itanhangá. Essa obra é realizada pela empresa Tamasa, por meio do convênio firmado com a Associação Pró-asfalto Itanhangá.</p>
<p>Em outro trecho da &#8220;Estrada da Baiana&#8221;, entre o distrito de Novo Paraná a Itanhangá, também está previsto o início dos trabalhos de implantação e pavimentação asfáltica. Esses trabalhos serão feitos por meio de um convênio firmado entre a Associação Intermunicipal dos Produtores Beneficiários da MT-338.</p>
<p>O secretário também visitou a obra feita na MT-242, por meio do convênio assinado entre a Sinfra e a Associação dos Beneficiários da Rodovia da Integração Leste-Oeste, no qual possibilitou a implantação e pavimentação asfáltica de aproximadamente 140 km, do trecho entre os municípios de Sorriso, Nova Ubiratã e o distrito de Boa Esperança do Norte. A obra foi executada pelas empresas Constil, Encomind, Terraplenagem Camara e Consórcio Sotran e no local foi instalado um posto de pedágio.</p>
<p>Por último, o secretário vistoriou a obra de implantação e pavimentação asfáltica feita por meio do convênio firmado entre a Sinfra e a Associação dos Beneficiários da Rodovia da Produção e municípios de Nova Mutum e Santa Rita do Trivelato, na MT-235, dos quais foram executados 77 km de pavimentação, de um total previsto de 113 km, no trecho da BR-163 (Nova Mutum) até o perímetro urbano do município de Santa Rita do Trivelato. Nessa mesma rodovia foi vistoriada a obra de implantação e pavimentação asfáltica no trecho entre Nova Mutum até o entroncamento MT-010, e que se encontra concluída.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Mutum Online</strong></p>
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		<title>Carga tributária cai para 33,6% do PIB, maior redução da história do plano real</title>
		<link>http://www.correiodonoroeste.com.br/destaque/carga-tributaria-cai-para-336-do-pib-primeira-reducao-desde-2006</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise econômica global levou a carga tributária brasíleira a cair no ano passado. Do recorde histórico de 34,41%, em 2008, os impostos, contribuições e taxas cobrados no país passaram a tomar 33,58% da renda nacional, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Receita Federal. A queda é a primeira desde 2006 e a maior desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise econômica global levou a carga tributária brasíleira a cair no ano passado. Do recorde histórico de 34,41%, em 2008, os impostos, contribuições e taxas cobrados no país passaram a tomar 33,58% da renda nacional, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Receita Federal. A queda é a primeira desde 2006 e a maior desde o início do Plano Real, em 1994.</p>
<p>O recuo refletiu uma redução de 2,61%o da arrecadação tributária em todos os níveis de governo e uma retração de 0,20% do PIB (Produto Interno Bruto).</p>
<p>Em nota, a Receita lembrou que no ano passado o governo adotou medidas de desoneração para estimular a economia em meio à crise global. &#8220;O impacto da crise internacional sobre a arrecadação total só não foi maior devido ao bom desempenho do setor de serviços e à estabilidade da arrecadação dos tributos previdenciários&#8221;, destacou.</p>
<p>Os impostos recolhidos pela União somaram 23,45% do PIB em 2009, enquanto os Estados responderam por 8,59% do PIB e os municípios, por 1,54%.</p>
<p>O Brasil possui a maior carga tributária entre os países emergentes. Mesmo com a queda, os brasileiros ainda precisam trabalhar quatro meses &#8211;ou, mais exatamente, 123 dias&#8211; para manter os gastos dos governos federal, estaduais e municipais.</p>
<p style="text-align: left;">Esse patamar geralmente é encontrado em países de tradição socialista ou social-democrata, como Canadá (32% em 2008), Espanha (33%) e Alemanha (36%). A arrecadação tributária caiu em praticamente todo o mundo no ano passado, devido à redução dos lucros das empresas, dos salários e do consumo. Neste ano, com a recuperação da economia, a carga brasileira deve voltar a crescer.<br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Folha.com</strong></p>
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		<title>Índio cinta larga é preso por explorar diamantes</title>
		<link>http://www.correiodonoroeste.com.br/brasil/indio-cinta-larga-e-preso-por-explorar-diamantes</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Justiça de MT expediu mandado de prisão; indígena favorecia entrada de garimpeiros.
A Justiça Federal de Mato Grosso expediu mandado de prisão em desfavor do índio da etnia cinta larga, João Bravo Cinta Larga, de pouco mais de 60 anos, suspeito de facilitar a entrada de garimpeiros na reserva Roosevelt para exploração de diamantes. A reserva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Justiça de MT expediu mandado de prisão; indígena favorecia entrada de garimpeiros.</p>
<p>A Justiça Federal de Mato Grosso expediu mandado de prisão em desfavor do índio da etnia cinta larga, João Bravo Cinta Larga, de pouco mais de 60 anos, suspeito de facilitar a entrada de garimpeiros na reserva Roosevelt para exploração de diamantes. A reserva está situada entre os estados de Mato Grosso e Rondônia.</p>
<p>A prisão do cinta larga se soma às sete cumpridas durante a Operação Adamas em Mato Grosso, desencadeada pela Polícia Federal há duas semanas contra comerciantes e garimpeiros que exploravam de forma ilegal a reserva localizada em área indígena.</p>
<p>O índio foi preso na aldeia, em Espigão D’Oeste, Rondônia, no último sábado. Ele só prestou depoimento na tarde de ontem na sede da Superintendência da PF, em Cuiabá, porque era aguardada a chegada de uma indígena de Juína que iria realizar a tradução do depoimento do cinta larga.</p>
<p>Durante toda a tarde, a movimentação na sede da PF mato-grossense foi intensa, com a presença de representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai). Em entrevista ao Diário, o procurador da Funai César Augusto Lima disse que o indígena colaborou prontamente com a polícia e que um pedido de liberdade já foi encaminhado à Justiça. “Ele foi preso para prestar alguns esclarecimentos. Ele não omitiu nenhuma pergunta que o delegado fez”, apontou. Nas imediações da casa dele, os agentes da PF encontraram maquinários que seriam utilizados na extração de diamantes. O procurador da Funai ponderou. “A PF já sabia que a atividade garimpeira já estava parada há 44 dias”, reforçou. O cinta larga está preso em uma cela individual no Centro de Ressocialização de Cuiabá, antigo Carumbé.</p>
<p>ADAMAS &#8211; A PF deflagrou em Mato Grosso e Rondônia a operação com a finalidade de cessar a exploração ilegal de diamantes na reserva. Foram expedidos no total 16 mandados de prisão, sendo que sete em Mato Grosso e outros 45 de busca e apreensão. Na época, a PF informou que chegou a apreender R$ 500 mil em diamantes que seriam vendidos pela quadrilha. Para entrar na reserva, o grupo iludia os indígenas. “Eles são mais reféns do que beneficiados dessa situação”, apontou o procurador da Funai. Roosevelt pode produzir 15 vezes a mais do que a maior mina de diamantes do mundo, na África.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>DHIEGO MAIA<br />
Da Reportagem Diario de Cuiaba</strong></p>
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		<title>Pesquisa confirma infecções por  &#8220;novo&#8221; tipo de HIV no Brasil</title>
		<link>http://www.correiodonoroeste.com.br/brasil/pesquisa-confirma-infeccoes-por-novo-tipo-de-hiv-no-brasil</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz confirmou a presença de um segundo tipo de vírus da Aids em 15 pacientes no Brasil, todos em situação de infecção simultânea com o HIV-1, que já circula aqui. Desde 1987, pesquisadores discutem a presença do HIV-2 no país, mas o novo estudo usou meios mais precisos de confirmação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz confirmou a presença de um segundo tipo de vírus da Aids em 15 pacientes no Brasil, todos em situação de infecção simultânea com o HIV-1, que já circula aqui. Desde 1987, pesquisadores discutem a presença do HIV-2 no país, mas o novo estudo usou meios mais precisos de confirmação e encontrou o maior número de casos.</p>
<p>Para o Ministério da Saúde, responsável pelas políticas contra a doença, o estudo tem impacto principalmente sobre a prevenção. Reforça a necessidade de uso da camisinha, por provar o risco de uma pessoa ser infectada duas vezes, pelos dois vírus, via diferentes exposições &#8211; o que pode ocorrer, por exemplo, na existência de múltiplos parceiros sexuais.</p>
<p>O diretor do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais da pasta, Dirceu Grecco, diz que, &#8220;mesmo infectada, uma pessoa tem de usar camisinha&#8221;.</p>
<p>Ele destaca que o HIV-2, detectado pela primeira vez no Senegal, em 1985, tem evolução mais lenta e é menos transmissível. Porém, é resistente a uma das classes de medicamentos contra a Aids.</p>
<p>Segundo informações da fundação, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estimou, em 2008, que a epidemia por HIV-1 atingia 34 milhões de pessoas no mundo, enquanto o HIV-2 seria responsável pela infecção de 2 milhões.</p>
<p><img src="http://i1.r7.com/data/files/2C92/94A3/24C9/B63E/0124/E35C/36BD/0C12/logo_ae.jpg" alt="Agência Estado" /></p>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal; color: #616161; font-size: 11px;"><br />
</span></div>
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		<title>Plebiscito denuncia concentração de terras no Brasil</title>
		<link>http://www.correiodonoroeste.com.br/brasil/plebiscito-denuncia-concentracao-de-terras-no-brasil</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.correiodonoroeste.com.br/?p=7592</guid>
		<description><![CDATA[O último censo agropecuário, realizado em 2006, mostrou o tamanho da desigualdade no campo. A pesquisa identificou 4.367.902 estabelecimentos de agricultura familiar, correspondentes a 84,4% do total. Esses estabelecimentos ocupam 80,25 milhões de hectares, ou 24,3% do total de terras agriculturáveis no Brasil.
O agronegócio por sua vez corresponde a 15,6% do total dos estabelecimentos, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O último censo agropecuário, realizado em 2006, mostrou o tamanho da desigualdade no campo. A pesquisa identificou 4.367.902 estabelecimentos de agricultura familiar, correspondentes a 84,4% do total. Esses estabelecimentos ocupam 80,25 milhões de hectares, ou 24,3% do total de terras agriculturáveis no Brasil.</p>
<p>O agronegócio por sua vez corresponde a 15,6% do total dos estabelecimentos, mas ocupavam 75,7% da área agrícola do Brasil. Esses dados apontam que a esmagadora maioria da população rural detêm uma pequena parte das terras, enquanto uma minoria ocupa através de enormes latifúndios a maior parte da terra no país.</p>
<p>É nesse contexto que está sendo organizando entre os dias 1 e 7 de setembro um plebiscito pela limitação da propriedade da terra, que defende que toda terra com até 1000 hectares, produtiva ou não, seja passível de desapropriação para reforma agrária. A candidatura de Plínio Arruda Sampaio e o PSOL apoiam integralmente a campanha, por entender que a limitação é um passo muito importante para democratizar o acesso a terra, negado a maioria da população nos últimos 500 anos.</p>
<p>Nada nos últimos 16 anos foi feito no sentido de promover a reversão deste quadro, muito pelo contrário o agronegócio recebe muito mais incentivo do que os trabalhadores rurais. De acordo com dados dos bancos oficiais, as principais operadores das linhas de crédito para a agricultura brasileira, forneceram ao agronegócio R$ 65 bilhões, como recurso para custeio e investimentos na safra 2008/2009, e outros R$ 58 bilhões na safra anterior. Esse volume de recursos públicos foi quase 500% superior aos R$ 13 bilhões destinados à agricultura familiar para custear a safra 2008/2009 desse segmento.</p>
<p>Além do acesso privilegiado ao crédito o agronegócio também possui uma série de isenções fiscais. Dados da Receita Federal demonstram que a União deixou de recolher mais de R$ 37,8 bilhões desde 2003, sendo que a estimativa é uma renúncia de R$ 8,85 bilhões só em 2010. Essa renúncia fiscal é resultado de isenções, redução de tarifas e alíquotas, ocorridas a partir da edição das Leis nº. 10.925 e 11.051, ambas de 2004, que suspenderam a incidência da contribuição do PIS/Cofins sobre produtos agropecuários, ampliando posteriormente para a comercialização de fertilizantes e insumos agrícolas. Nestes valores, portanto, não estão contabilizados outros apoios públicos como, por exemplo, os incentivos à exportação e a isenção de ICMS, nem a prorrogação das dívidas das cooperativas junto à Receita Federal (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica), INSS (contribuição social do setor patronal), PIS, etc., renegociadas a partir da Medida Provisória no. 303, de 2006.</p>
<p>Os governos, tanto o de Fernando Henrique quanto o de Lula, afirmam ser necessário incentivar o agronegócio, pois ele geraria riqueza e equilibra a balança comercial brasileira. Esse argumento é facilmente desconstruído quando analisamos o quadro agrícola do Brasil. Primeiro porque a agricultura familiar emprega muito mais do que o agronegócio, o último Censo Agropecuário registrou 12,3 milhões de pessoas trabalhando na agricultura familiar, o que equivale a 74,4% das pessoas empregadas no campo. Os estabelecimentos não familiares ocupavam 4,2 milhões de pessoas, o que corresponde a 25,6% da mão de obra ocupada.</p>
<p>Além de empregar mais a agricultura familiar também é a grande responsável pela alimentação do brasileiro. Apesar de cultivar uma área menor com lavouras e pastagens a agricultura familiar é responsável por garantir boa parte da segurança alimentar do país, como importante fornecedora de alimentos para o mercado interno. Em 2006, a agricultura familiar era responsável por 87% da produção nacional de mandioca, 70% da produção de feijão, 46% do milho, 38% do café , 34% do arroz, 58% do leite (composta por 58% do leite de vaca e 67% do leite de cabra), 59% do plantel de suínos, 50% das aves, 30% dos bovinos e, ainda, 21% do trigo. A cultura com menor participação da agricultura familiar foi a soja (16%).</p>
<p>Por último é necessário notar os altos índices de desmatamento nas áres de expansão da fronteira agrícola e do agronegócio. Essa área compreende principalmente o norte Mato Grosso, Pará, sul da Amazôna e Tocantins, onde a plantação de soja e a criação de bois cresce a altos índices. É justamente nesses estados onde encontramos os maiores índices desmatamento do Brasil. Segundo dados do INPE os estados que mais desmataram em 2010 foram Amazonas = 46,9 km2, Maranhão = 22,0 km2, Mato Grosso = 102,2 km2, Pará = 237,9 km2, Rondônia = 70,0 km2, Tocantins = 1,6 km2</p>
<p><strong>Violência e trabalho escravo no campo</strong><br />
Estão associados ao agronegócio os maiores índices de violência e de trabalho escravo do Brasil. Segundo dados da Comissão Pastoral da Terra, entre 2003 e 2009 os estados que concentraram maior número de casos de escravidão foram: Pará, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Bahia e Goiás. Ainda segundo a CPT a Amazônia Legal concentrou em 2009, mais da metade dos conflitos por terra no país.</p>
<p>Coincidência ou não a Amazônia Legal é para onde o agronegócio se expande. Essa expansão acontece as custas da mata que é destruída e da expulsão da população local, muitas vezes à força e à custa de vidas, de suas terras.</p>
<p>Todos esses dados apontam para a urgência de uma reforma agrária real, que democratize o acesso à terra, para inclusive fixar o trabalhador no campo estacando sua vinda para a cidade, onde a desigualdade é alarmante.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Assessoria</strong></p>
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		<title>Serys elogia proposta de Dilma de construção de 6 mil creches</title>
		<link>http://www.correiodonoroeste.com.br/sem-categoria/serys-elogia-proposta-de-dilma-de-construcao-de-6-mil-creches</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>

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		<description><![CDATA[A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) elogiou em plenário do Senado Federal, nesta terça-feira (31), a proposta de construção de 6 mil creches contida no programa de governo da candidata à Presidência Dilma Roussef. De acordo com Serys, Dilma tem razão quando considera que a construção de creches de qualidade poderá dar uma importante contribuição para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) elogiou em plenário do Senado Federal, nesta terça-feira (31), a proposta de construção de 6 mil creches contida no programa de governo da candidata à Presidência Dilma Roussef. De acordo com Serys, Dilma tem razão quando considera que a construção de creches de qualidade poderá dar uma importante contribuição para a erradicação das desigualdades sociais no país.</p>
<p>“Dilma foi muito feliz ao defender sua idéia afirmando que é na infância que está a raiz maior da desigualdade. Uma criança que nasce em condições de ser estimulada e frequenta creche paga chega ao primeiro ano com melhores condições do que aquela que não tem o mesmo estímulo”, disse.</p>
<p>Serys destacou suas ações em prol da educação infantil em Mato Grosso durante seus quase oito anos de mandato. A parlamentar conseguiu empenhar verbas federais para a construção de creches no Estado, foram cerca de R$ 10 milhões, beneficiando Rondonópolis, Nova Lacerda, Nova Xavantina, Alto Taquari, Itiquira, Nortelândia, Glória D’Oeste, Jauru e Araputanga.</p>
<p>A parlamentar aplaudiu ainda a inclusão, na iniciativa de construção de creches, do programa Rede Cegonha, que deverá integrar o tratamento à mulher desde a gravidez, passando pela maternidade e finalizando com o atendimento ao bebê.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Assessoria de Imprensa Serys Slhessarenko com Agência Senado</strong></p>
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		<title>Estudantes pedem a Mauro melhorias urgentes na educação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 22:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudantes universitários de Cuiabá querem educação pública de qualidade em Mato Grosso. A constatação é do candidato a governador pelo PSB, Mauro Mendes que, em um animado encontro com estudantes, realizado nessa terça-feira (24.08) pela Juventude 40, em frente a duas grandes universidades particulares de Cuiabá, ouviu de várias pessoas que a melhora do sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudantes universitários de Cuiabá querem educação pública de qualidade em Mato Grosso. A constatação é do candidato a governador pelo PSB, Mauro Mendes que, em um animado encontro com estudantes, realizado nessa terça-feira (24.08) pela Juventude 40, em frente a duas grandes universidades particulares de Cuiabá, ouviu de várias pessoas que a melhora do sistema de educação é urgente no estado.</p>
<p>Preocupada com o acesso à escola e o crescente envolvimento de crianças e adolescentes com as drogas em seu bairro, Osmar Cabral, a universitária Denise Souza Luz perguntou a Mauro sobre suas propostas em relação ao assunto. &#8220;Eu acompanho Mauro há bastante tempo e gostei da proposta de implantação do segundo turno escolar, que durante a tarde oferece atividades de reforço, esporte, cultura e lazer, para a comunidade escolar&#8221;, destacou.</p>
<p>Já a estudante de enfermagem, Ana Lucia Souza, acredita que Mauro pode transformar para melhor Mato Grosso. &#8220;Mauro tem caráter e sinceridade nas palavras. Sei que com ele, o pobre vai poder ir pra uma escola decente. Pedimos a ele também mais saúde. Precisamos de mais hospitais, mais leitos e mais UTIs&#8221;, disse.</p>
<p>CENTRO &#8211; Depois de conversar com estudantes, Mauro Mendes percorreu parte do centro de Cuiabá, nas proximidades da Avenida Getúlio Vargas. Ao ver o candidato, o carpinteiro Antonio José de Amorim, 68 anos, não perdeu tempo e o abordou. &#8220;Meu desejo é de mudança e só vamos mudar se trocarmos todos os políticos. Acredito em Mauro porque se Pedro Taques o apoia, eu acredito que ele seja o melhor pra o estado. Acredito em pessoas que fazem, e Taques já provou que faz, e muito&#8221;, defendeu.</p>
<p>Trabalhando no centro da cidade, o gari Joaquim José da Silva, 46 anos, afirmou que quer Mauro porque está cansado dos velhos políticos. Segundo ele, hoje em dia, em tempo de eleição todos prometem tudo, mas não dão nada para o povo. &#8220;Moro no Altos da Serra e lá não temos água, nem asfalto, está difícil viver. Nestes (políticos) que estão aí eu não voto mais, prometeram e não cumpriram. Por isso quero um novo&#8221;.</p>
<p><strong>Assessoria</strong></p>
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		<title>Juína: Sessão aprova projeto do executivo para liberação de madeiras doadas pelo IBAMA</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 18:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Juína]]></category>

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		<description><![CDATA[A sessão extra-ordinária foi realizada às 8h desta quarta-feira dia 1 de setembro, em pauta, discussão e aprovação do projeto 044/2010, a pedido do executivo de Juína.
O projeto trata-se de madeiras doadas para o município mediante termo de apreensão e deposito IBAMA.
O vereador Paulo Tiepo fez criticas a justiça pela demora que houve na doação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sessão extra-ordinária foi realizada às 8h desta quarta-feira dia 1 de setembro, em pauta, discussão e aprovação do projeto 044/2010, a pedido do executivo de Juína.</p>
<p>O projeto trata-se de madeiras doadas para o município mediante termo de apreensão e deposito IBAMA.</p>
<p>O vereador Paulo Tiepo fez criticas a justiça pela demora que houve na doação das madeiras, parte dela segundo o vereador está deteriorada.</p>
<p>Segundo informou o Presidente da casa vereador João Batista,a aplicação da receita proveniente da alienação, deverá ser destinada a despesas de capital, em especial para aquisição de imóvel para fins de regularização fundiária no município, como os bairros Padre Duílio e Módulo – 6, além disso parte das madeiras serão destinadas para confecção de moveis para o novo paço municipal.</p>
<p>O projeto foi tramitado em regime de urgência devido o processo de deteriorização da madeira doada.</p>
<p>Conforme o documento, a descrição do bem móvel é a seguinte:</p>
<p>Madeira beneficiada 5.688,881 M3<br />
Madeira serrada 1.564,340 M3.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Top News</strong></p>
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		<title>Zamboni vence etapa em Alta Floresta do Oeste e assume a Liderança do Motocross Estadual</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 21:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Juína]]></category>

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		<description><![CDATA[A quarta etapa do Campeonato Estadual de Motocross 2010, disputada no último fim de semana, na pista do Parque de Exposições de Alta Floresta do Oeste teve como vencedor na categoria MX2, o piloto Cezar Zamboni # 981 (Mastter Moto/Prefeitura de Juina, que numa corrida fantástica, venceu o duelo com o Marco Túlio (Rondomotos/Banco BMG/Veic-Post) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quarta etapa do Campeonato Estadual de Motocross 2010, disputada no último fim de semana, na pista do Parque de Exposições de Alta Floresta do Oeste teve como vencedor na categoria MX2, o piloto Cezar Zamboni # 981 (Mastter Moto/Prefeitura de Juina, que numa corrida fantástica, venceu o duelo com o Marco Túlio (Rondomotos/Banco BMG/Veic-Post) e Hugo Amaral (Mastter Moto), seus concorrentes direto pelo título da temporada. Nas demais categorias disputadas, os vencedores foram Lucas Belém # 444, de Vilhena (65cc), Diego Henning # 191, de Porto Velho (85cc), Hérico Flores # 706 (Ricardo Flores/Agropecuária Campo Verde), de Alta Floresta e Victor Carlos # 4 (MegaBom ), de Cacoal (Força Livre/Nacional. A festa foi prestigiada por um público de aproximadamente cinco mil pessoas presentes</p>
<p>Entre os vários pilotos de MotoCross que retornaram as disputas na prova do último fim de semana, em Alta Floresta, Evandro Bucioli # 27 (Menzelub/Saara Combustíveis/Capacetes MXS), que ainda se recupera de fratura na clavícula, Arnaldo Pereira # 122 (Honda Motor Norte/Grupo Cometa), também se recuperando de contusão, Rômulo Scherer # 247 (Central Construção/Central Parafusos) e os irmãos Vinicius e Akio Yamada, ausentes desde o início de temporada.</p>
<p>Apesar de estar retornando após se recuperar de queda ainda na 1ª etapa, em Porto Velho, Arnaldo Pereira não foi feliz, após começar bem a disputa da MX Estreante, quando brigava pela liderança, acabou se atrapalhando com Mailson Evandro que vinha na liderança, caindo e ficando na última colocação. Na primeira bateria da MX2 Arnaldo vinha bem, mas errou no salto e caiu feio, sendo levando para o hospital com suspeita de fratura na bacia.</p>
<p>Contundo, na pista a prova foi uma das mais fortes, em todas as categorias disputadas  com emocionantes e acirrados pegas, principalmente  na Força Livre/Nacional e MX2, as mais fortes da modalidade, onde o público presente vibrou com cada manobra e ultrapassagem.</p>
<p>Hérico Flores vence MX Estreantes e casa</p>
<p>Abrindo as disputas, ainda pela manhã deu largada a categoria MX Estreantes, com um total de nove pilotos, Mailson Evandro # 81 (Galegos Motos/Mastter Moto), de Porto Velho largou na frente, com Arnaldo Pereira # 122 na sua cola. Após algumas voltas, quando Arnaldo tentou forçar, Maison fechou , com os dois caindo embolados. Victor Ferreira # 43 (Prefeito Pastório/Lavador do Guigui), também acabou caindo, com isso beneficiando o piloto Hérico Flores # 706 (Ricardo Flores/Agropecuária Campo Verde), de Alta Floresta. Hérico abriu vantagem e liderou até a bandeirada final, com Nidval Amaral # 10 (Kart Indoor/Rical/Arroz Primavera), de Ji-Paraná completando a prova na segunda colocação. Artur Gabriel # 717 (Lojs Graúna/Honda Motos Peças), de Outo Preto do Oeste chegou em terceiro, Pauzanes Carvalho # 6 (Neuro Clínica) em quarto e Mailson Evandro completando o pódio.</p>
<p>Lucas Belém mantém o ritmo forte na 65cc</p>
<p>Mantendo o seu ritmo bastante forte para a pouca idade, o aguerrido Lucas Belém # 444, de Vilhena, mais uma vez fez uma corrida perfeita, largando na ponta a liderando até a bandeirada final. Mateus Zill # 17 (Posto Miriam), de Vilhena manteve a segunda posição, enquanto Leandro  Da Silva # 171, da cidade de Buritis garantiu a terceira colocação, com  Igor Vasconcelos # 172, também de Buritis em quarto e o estreante Orlando Neto # 3, de Ariquemes completando o pódio. O pequeno Guilherme Maschio # 103, de Pimenta Bueno, o “mascote” do motociclismo de Rondônia, de apenas  seis anos, teve problema com sua moto e não conseguiu completar a prova. Inconformado com o fato, Guilherminho deixou a pista chorando, mas sob forte aplausos do público.</p>
<p>Caiam tem problemas e Diego passeio livre na 85cc</p>
<p>Entre os garotos com alguma experiência a mais, Gabriel Caiam # 99 (Rondomotos/Batisti &amp; Batisti/Posto Fera), teve problema com sua máquina e não conseguiu largar bem e com o aquecimento do motor o problema foi agravando, obrigando Caian a fazer várias paradas no pit-stop. Sem Gabriel para pressionar e com Eduardo Alecrim # 7, ainda fora das pistas se recuperando de contusão no braço,  Diego Henning # 191 (Master Moto/Casa do Construtor/Dex Informática/Saga), de Porto Velho, manteve a escrita, liderando de ponta a ponta. Lucas Belém completou na segundo posição, com Mateus Zilli em terceiro, Igor Mateus e quarto e Leandro da Silva na quinta posição. Gabriel Caiam ainda completou a prova, mas na última posição.</p>
<p>Vitim leva a melhor sobre o líder João Chagas</p>
<p>Na categoria com o maior número de motos na pista, a Força Livre/Nacional foi marcada por grandes duelos. Já na primeira bateria, Diego Ferrari # 961 (Decar Auto Peças/Kinutri), de Espigão do Oeste começou bem, mas acabou prejudicando por retardatário, caindo e perdendo várias posições. João Roberto Chagas # 39 (Chagas Madeiras/Farmácia Brasil/DR-AM), de Santa Luzia, líder da categoria, ganhou a ponta e se manteve até o final. Victor Carlos # 4 (MegaBom), de Cacoal, não largou bem, mas fez uma corrida de recuperação e terminou na segunda colocação. Na segunda bateria, Vitim largou bem e se manteve a frente, resistindo a pressão do líder João Roberto  até o final da prova. Com a ordem da chegada, Vitim garantiu o ponto mais alto do pódio, com João Chagas em segundo, mas mantendo a liderança do campeonato. Talles Rodrigues # 63 (Rondomotos), de Ariquemes, que travou duelo acirrado Rodrigo Mezzomo # 89 (Marcel Móveis), terminou em quarto, com Jackson Bernardino # 22 (Coyotes Motos/Vol Diesel), de Vilhena na quinta posição.</p>
<p>Zamboni acelera forte e assume liderança da MX2</p>
<p>Reunindo as categorias MX2 e MX3 respectivamente, a disputa dos pilotos top do motociclismo de Rondônia foi também a de maiores emoções, que literalmente levantou o público nas arquibancadas. Já nos treinos, Marco Túlio # 1, Hugo Amaral # 57 e Cesar Zamboni deram uma amostra do que vinha pela frente, com os pilotos baixando suas marcas a cada volta. Zamboni cravou a melhor marca com Túlio em segundo e Amaral, ainda com a clavícula fraturada, com o terceiro melhor tempo. Na corrida propriamente dita, a as posições se mantiveram, retratando ainda a posição dos pilotos na briga pelo título da temporada.</p>
<p>Em ambas as baterias, Marco Túlio largou na ponta da fila com Hugo Amaral em segundo e Cesar Zamboni na cola. Mesmo ainda sentindo o ombro, Hugo forçou e passou a frente de Marco Túlio, mas errou o traçado num dos salto, indo parar na cerca. Na queda o piloto perder duas posições. Zamboni aumenta o ritmo, colando em Marco Túlio e na entrada da curva acelera forte para assumir a ponta e garantir a primeira posição. A segundo bateria, praticamente repetiu as ações da primeira, com os três pilotos mantendo as mesmas posições.</p>
<p>Restando ainda quatro etapas para completar a temporada 2010, com a vitória nas duas baterias, Cesar Zamboni garantiu também a liderança do campeonato, agora com 183 pontos, seguido de Marco Túlio com 178 e Hugo Amaral em terceiro com 173 pontos. Zamboni agradeceu o apoio do público de Alta Floresta, que o incentivou a cada volta, assim como a Mastter Moto, seu patrocinador por traze-lo de Juina-MT para competir em Rondônia. O piloto enalteceu também as estruturas e profissionalismo da Federação de Motociclismo de Rondônia – FMR, assim como o nível do campeonato rondoniense.</p>
<p>De acordo com o presidente da FMR, Reinaldo Selhorst, a etapa de Alta Floresta foi uma das mais fortes e provou que a temporada ainda terá grandes emoções. A briga acirrada pela liderança nas principais categorias, assim como o desempenho de jovens pilotos como Diego Henning, Gabriel Caiam, Lucas Belém, que garantem que o futuro do motociclismo de Rondônia está assegurado. Além das grandes atuações do agora líder da MX2 Cesar Zamboni, de apenas 16 anos e do próprio Hugo Amaral de 19 anos, que fazem disputa de alto nível com o tricampeão Marco Túlio. Selhorst agradeceu a participação caloroso do público de Alta Floresta e o empenho do  prefeito Daniel Deina (PTN) em mais este evento de sucesso absoluto.</p>
<p>Para a 4ª Etapa do Estadual de Motocross 2010, a federação contou com a parceria da Prefeitura de Alta Floresta, apoio do Ministério dos Esportes, Petrobras, Eletrobras, Honda do Brasil, senador Acir Gurgacz, MegaBom, Lid’Agua, Cairu Transportes, Castilhos Estruturas Metálicas, Menzelub e Ciclo Cairu.</p>
<p>Resultados geral da 3ª Etapa o Estadual de Motocross</p>
<p>65cc</p>
<p>1º &#8211; # 444 &#8211; Lucas Belém &#8211; Vilhena</p>
<p>2º &#8211; # 17 – Mateus Zilli &#8211; Vilhena</p>
<p>3º &#8211; # 171 – Leandro da Silva &#8211; Buritis</p>
<p>4º &#8211; # 172 – Igor Vasconcelos &#8211; Buritis</p>
<p>5º &#8211; # 3 – Orlando Neto &#8211; Ariquemes</p>
<p>85cc</p>
<p>1º &#8211; # &#8211; 191 &#8211; Diego Henning – Porto Velho</p>
<p>2º &#8211; # 444 – Lucas Belém – Vilhena</p>
<p>3º &#8211; # 17 – Mateus Zilli &#8211; Vilhena</p>
<p>4º &#8211; 172 – Igor Mateus – Ouro Preto</p>
<p>5º &#8211; # 171 – Leandro Ribeiro &#8211; Buritis</p>
<p>Categoria MX Estreante</p>
<p>1º &#8211; # 706 – Hérico Flores – Alta Floresta</p>
<p>2º &#8211; #  10 – Nidval Amaral  Ji-Paraná</p>
<p>3º &#8211; # 717 – Artur  Gabriel – Ouro Peto do Oeste</p>
<p>4º &#8211; #  6 Pauzanes Carvalho – Porto Velho</p>
<p>5º &#8211; # 81 – Mailson Evandro – Porto Velho</p>
<p>Força Livre/Nacional</p>
<p>1º &#8211; # 4 &#8211; Victor Carlos – Cacoal</p>
<p>2° &#8211; #39 – João Roberto Chagas – Santa Luzia</p>
<p>3º &#8211; # 63 – Talles Rodrigues &#8211; Ariquemes</p>
<p>4º &#8211; # 961 – Diego Ferrari – Espigão do Oeste</p>
<p>5º &#8211; # 22 &#8211; Jackson Bernardino – Vilhena</p>
<p>MX3</p>
<p>1º &#8211; # 27 – Evandro Bucioli – Rolim de Moura</p>
<p>2º &#8211; # 81 – Jean Carlos – Porto Velho</p>
<p>3º &#8211; # 10 – Nidval Amaral – Ji-Paraná</p>
<p>4º &#8211; # 77 – Itamar Fernandes &#8211; Cacoal</p>
<p>5º &#8211;  # 6 &#8211; Pauzanes de Carvalho – Porto Velho</p>
<p>MX2</p>
<p>1º &#8211; # 981 – Cesar Zaboni – Porto Velho</p>
<p>2º &#8211; # 1 – Marco Túlio &#8211; Ariquemes</p>
<p>3º &#8211; # Hugo Amaral – Porto Velho</p>
<p>4º &#8211; # 191 – Diego Henning – Porto Velho</p>
<p>5º &#8211; #  723 – Aparício Paixão – Porto Velho</p>
<p style="text-align: right;"><strong>fonte: Assessoria &#8211; FMR</strong></p>
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