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	<title>Jornal Correio do Noroeste &#187; Amazônia</title>
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		<title>Brasil pode ser primeiro país desenvolvido sem desmatar florestas por inteiro</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 18:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil pode ser o primeiro país do mundo a entrar no rol das nações desenvolvidas sem ter desmatado toda a sua vegetação nativa, como aconteceu na Europa e nos Estados Unidos. A avaliação é do pesquisador da Agência Espacial America (Nasa) e do Experimento de Larga Escala da Biosfera – Atmosfera Amazônia (LBA), Eric [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil pode ser o primeiro país do mundo a entrar no rol das nações desenvolvidas sem ter desmatado toda a sua vegetação nativa, como aconteceu na Europa e nos Estados Unidos. A avaliação é do pesquisador da Agência Espacial America (Nasa) e do Experimento de Larga Escala da Biosfera – Atmosfera Amazônia (LBA), Eric Davidson.</p>
<p>O caminho, de acordo com o pesquisador, passa por soluções econômicas para manter a floresta em pé, como o mercado de carbono, mas principalmente pela mobilização nacional em busca de alternativas de crescimento econômico sustentável.</p>
<p>“O Brasil tem recursos humanos nas áreas de energia, meio ambiente, modulagem, sensoriamento remoto; tem recursos naturais, e também tem a sociedade civil, tem democracia, tem debate. Vocês podem conversar entre vocês sobre o futuro de seu próprio país sem depender da influência de outros”, apontou.</p>
<p>Segundo Davidson, o mercado de carbono é atualmente a melhor oportunidade de transferência de recursos “do Norte para o Sul”, dos países mais industrializados para as nações em desenvolvimento – principalmente  as que têm florestas – mas ainda não é uma “solução completa” para garantir a conservação.</p>
<p>“O carbono não é biodiversidade, não é conservação, mas tem valor de mercado. É um dos únicos instrumentos que temos agora e movimenta muito dinheiro [para investimentos em preservação]”, ponderou. “Talvez outros países também possam ajudar com treinamento, tecnologia, mas a solução fica com vocês, com a sociedade civil brasileira”, acrescentou.</p>
<p>Davidson acredita que o Brasil tem papel fundamental na discussão do futuro da regulação das emissões de gases de efeito estufa, que será definido durante a reunião da Convenção Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca. “A posição do governo brasileiro é muito importante para se chegar a resultados.  O Brasil é um dos países chave porque tem muitas florestas”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o cientista, apesar de a Amazônia ainda dominar o interesse internacional por pesquisas sobre a biodiversidade brasileira, o Cerrado começa a atrair atenções e ser alvo de estudos específicos sobre a contribuição do bioma para a emissão de gases que aceleram as mudanças climáticas, por exemplo.</p>
<p>“O estoque de carbono dentro dos solos é enorme, porque o Cerrado é um ecossistema onde as plantas tem raízes muito profundas. Mas infelizmente há pouca pesquisa. Há vários estudos preliminares que mostram que existe uma grande perda de carbono do solo com as mudanças no uso da terra na área de Cerrado”, adiantou.</p>
<p>Davidson participou hoje (18) de um fórum internacional sobre meio ambiente, paralelo ao 11º Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).</p>
<p style="text-align: right;"><strong>24horasNews</strong><strong><br />
Luana Lourenço<br />
Enviada Especial à cidade de Goiás</strong></p>
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		<title>Em busca de um futuro sustentável</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 18:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo ambientalistas e lideranças indígenas, algumas das obras mais importantes do PAC podem gerar prejuízos irreversíveis em médio e longo prazos, com danos à Amazônia brasileira e às comunidades que vivem nela, além de provocar um crescimento exacerbado e descontrolado das áreas urbanas da região.
A abertura de estradas e a construção de hidrelétricas são os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo ambientalistas e lideranças indígenas, algumas das obras mais importantes do PAC podem gerar prejuízos irreversíveis em médio e longo prazos, com danos à Amazônia brasileira e às comunidades que vivem nela, além de provocar um crescimento exacerbado e descontrolado das áreas urbanas da região.</p>
<p>A abertura de estradas e a construção de hidrelétricas são os temas mais polêmicos, e razão de conflitos há mais de 30 anos, a exemplo da usina de Belo Monte, no Rio Xingu, Pará.</p>
<p><a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/24042009/48/saude-busca-futuro-sustentavel.html" target="_self">Leia mais</a></p>
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		<title>Pecuária vive a pior &#8220;crise&#8221; dos últimos 10 anos; 30 mil podem ser demitidos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 18:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pecuária de Mato Grosso, estado com o maior rebanho bovino do Brasil, com mais de 27 milhões de cabeças de gado, vive a sua pior crise dos últimos dez anos. Grandes frigoríficos fechando plantas, dívidas que superam a casa dos R$ 40 milhões e, inevitavelmente, demissões. A crise financeira mundial atingiu em cheio a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária de Mato Grosso, estado com o maior rebanho bovino do Brasil, com mais de 27 milhões de cabeças de gado, vive a sua pior crise dos últimos dez anos. Grandes frigoríficos fechando plantas, dívidas que superam a casa dos R$ 40 milhões e, inevitavelmente, demissões. A crise financeira mundial atingiu em cheio a indústria frigorífica do estado. Os importadores de carne não conseguem crédito e isso reflete nas vendas dos frigoríficos, que deixam de exportar e ainda recebem menos pelas vendas.</p>
<p>A conta é bem simples: os frigoríficos pagaram caro e estão vendendo barato. Em 2008, a arroba do boi gordo sofreu uma valorização de mais de 60%, atingindo R$ 90. No mesmo período em 2006 a cotação girava em torno de R$ 40. O resultado pode ser uma demissão em massa de mais 30 mil pessoas nos próximos dois anos, um verdadeiro “tombo” na economia mato-grossense. Ao menos dez plantas frigoríficas já foram fechadas em Mato Grosso.</p>
<p>Traduzindo em números, isso significa que sete mil cabeças de gado deixam de ser abatidas por dia. O prejuízo é de mais de R$ 8 milhões diários e o saldo negativo vai ser ainda maior no decorrer de 2009. De acordo com dados do Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado (Sindifrigo), os frigoríficos chegaram a gerar mais de 20 mil empregos diretos em 2008. Hoje, são apenas 16 mil contratados ativos, uma redução superior a 30%.</p>
<p>A classe política “rural”, que foca suas atividades em defesa do setor agropecuário, tem pressionado o Governo Federal para “socorrer” o setor, deixando exposta uma mágoa em relação à política agrícola do governo de Luis Inácio Lula da Silva. O senador democrata Gilberto Goellner, que é vice-presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado da República, mandou um “sonoro” alerta, enfatizando que milhares de pessoas serão demitidas caso o Governo Lula não intervenha nesse período de crise.</p>
<p>Goellner, em entrevista ao jornal A Gazeta, ressaltou que o Governo Federal tem se preocupado muito com a indústria e pouco com o agronegócio. &#8220;Não estou aqui falando que não se deve investir na indústria e no comércio, mas sim que haja também linhas de créditos para os frigoríficos, para o setor produtivo, pois deles representam mais de 43% do resultado da Balança Comercial do Brasil”, analisou o democrata.</p>
<p>O presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, o deputado estadual José Riva (PP), engrossa o coro. O parlamentar tem reforçado a importância da ajuda do Governo Federal e alertado para os reflexos negativos em todos os setores da economia de Mato Grosso e do País. O deputado federal Homero Pereira (PR), presidente licenciado da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), externou a crise da pecuária na Câmara Federal, exigindo uma intervenção imediata.</p>
<p>Enquanto isso, completamente avesso a eminente crise da pecuária, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, vem colhendo os frutos de sua infeliz decisão de apreender 3.500 cabeças de gado no Pará. O rebanho foi classificado com “boi pirata”, por estar sendo criado na região da Amazônia. Por quatro vezes seguidas a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) tentou leiloar o gado apreendido, todas sem sucesso.</p>
<p>Mesmo assim, Minc garante que vai agilizar os leilões e propõe um “pacto da carne legal”, nos mesmos moldes da moratória da soja. &#8220;É guerra total contra o desmatamento. A gente vai intensificar tanto o combate direto aos criminosos como a legalização, o planejamento e a questão territorial&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Raoni Ricci<br />
Redação 24HorasNews</strong></em></p>
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		<title>Banco Mundial aprova US$ 1,3 bilhão para projetos ecológicos no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 16:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco Mundial (Bird) anunciou nesta quinta-feira (5) a aprovação de um empréstimo de US$ 1,3 bilhão para projetos ecológicos no Brasil, dentro de um pacote voltado para a luta contra a deterioração da floresta amazônica e em defesa da energia renovável.
&#8220;O programa apóia o compromisso do Brasil para melhorar seus resultados ecológicos e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Mundial (Bird) anunciou nesta quinta-feira (5) a aprovação de um empréstimo de US$ 1,3 bilhão para projetos ecológicos no Brasil, dentro de um pacote voltado para a luta contra a deterioração da floresta amazônica e em defesa da energia renovável.</p>
<p>&#8220;O programa apóia o compromisso do Brasil para melhorar seus resultados ecológicos e de combate à pobreza, ao mesmo tempo em que implementa um modelo de competitividade e crescimento acelerados&#8221;, indica o comunicado do Bird.</p>
<p>O empréstimo &#8220;apoiará o gerenciamento sustentável das terras agrícolas, das florestas e dos recursos hídricos, reduzirá o desmatamento no Amazonas, a degradação da terra, da água e de outros recursos essenciais para o bem-estar dos pobres, além de promover fontes renováveis de energia&#8221;, explica o texto.</p>
<p>Outro objetivo do projeto é proteger os cerca de 95.000 km² que restam da Mata Atlântica, o que corresponde a 7,3% da área original deste ecossistema.</p>
<p>&#8220;O novo programa se apoia no bom trabalho que tem sido realizado pelo Brasil. É um complexo esforço de múltiplos atores do governo, e todos os ministérios devem ser parabenizados por isso&#8221;, elogia Mark Lundell, chefe do projeto do Bird, citado no comunicado.</p>
<p>O empréstimo é a primeira operação dentro de um programa de desenvolvimento sustentável e meio ambiente do Bird.</p>
<p>Os primeiros US$ 800 milhões serão desembolsados imediatamente, e os US$ 500 milhões restantes serão liberados conforme a conclusão das metas estabelecidas pelo programa, de acordo com o governo brasileiro.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Globo Amazônia</strong></em></p>
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		<title>Quadrilha de caçadores é flagrada com 315 quilos de carne no Amazonas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 14:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma quadrilha de caçadores que atuava no sul do Amazonas foi flagrada por fiscais do Ibama com 315 quilos de carne veados, antas e pacas. Segundo nota publicada pelo instituto, cerca de 100 quilos de carne estavam na casa da pessoa que seria responsável por vender o produto, enquanto o restante se encontrava com caçadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma quadrilha de caçadores que atuava no sul do Amazonas foi flagrada por fiscais do Ibama com 315 quilos de carne veados, antas e pacas. Segundo nota publicada pelo instituto, cerca de 100 quilos de carne estavam na casa da pessoa que seria responsável por vender o produto, enquanto o restante se encontrava com caçadores que estavam em um rio próximo à cidade.</p>
<p>A operação, batizada de Águas do Juruá, foi realizada pela unidade do Ibama de Cruzeiro do Sul (AC). Atuando há 20 dias, os fiscais já apreenderam sete espingardas e 60 quilos dos peixes aruanã e tambaqui.</p>
<p>Também foram devolvidos à natureza pelo menos 32 animais encontrados vivos, entre eles entre jabutis, iaçás (espécie de tartaruga) e filhotes de jacaré. A operação termina amanhã com um saldo de R$ 170 mil em multas aplicadas aos caçadores.</p>
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		<title>Línguas indígenas correm risco de extinção</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 17:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil é o terceiro país com o maior número de línguas ameaçadas de extinção. Segundo o Atlas Interativo de Línguas em Perigo no Mundo, documento organizado pela Unesco, das 2,5 mil línguas com probabilidade de desaparecerem até o final deste século, 190 são faladas por tribos indígenas no País e 45 delas foram incluídas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o terceiro país com o maior número de línguas ameaçadas de extinção. Segundo o Atlas Interativo de Línguas em Perigo no Mundo, documento organizado pela Unesco, das 2,5 mil línguas com probabilidade de desaparecerem até o final deste século, 190 são faladas por tribos indígenas no País e 45 delas foram incluídas no grupo de maior risco. O Atlas indica ainda que as regiões da América do Norte, América Latina e Ásia concentram o maior número de idiomas em perigo. No topo do ranking de nações com línguas ameaçadas, está a Índia, seguida pelos Estados Unidos, Brasil, Indonésia, México e China.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Fonte: www.claudiohumberto.com.br</strong></em></p>
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		<title>Mapeamento digital da Amazônia é estratégico para o Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 22:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foram apresentados nesta terça-feira (17/2) aos representantes do Banco Mundial os resultados da primeira fase do Projeto Bases Cartográficas da Amazônia Legal.
O projeto, que é uma parceria entre Ministério do Meio Ambiente, IBGE e Exército, tem por objetivo produzir mapas digitais de toda a Amazônia Legal na escala de 1:100 mil. Das 1.800 folhas previstas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram apresentados nesta terça-feira (17/2) aos representantes do Banco Mundial os resultados da primeira fase do Projeto Bases Cartográficas da Amazônia Legal.</p>
<p>O projeto, que é uma parceria entre Ministério do Meio Ambiente, IBGE e Exército, tem por objetivo produzir mapas digitais de toda a Amazônia Legal na escala de 1:100 mil. Das 1.800 folhas previstas para serem entregues até o final do projeto (fevereiro/2010), foram apresentadas 551 aos financiadores do projeto. O Banco Mundial investiu US$ 4,5 milhões.</p>
<p>A parceria para a elaboração do mapeamento da Amazônia Legal teve início em março de 2008, com assinatura do contrato de doação e dos acordos de cooperação entre o MMA, o Exército Brasileiro e o IBGE.</p>
<p>O projeto prevê a cobertura dos chamados vazios cartográficos, auditagem e atualização das bases elaboradas pelos estados que, no entanto, não haviam sido homologadas pelos órgãos responsáveis pela cartografia nacional &#8211; DSG/Exército e IBGE. Os produtos analógicos serão convertidos para o formato digital e contínuos.</p>
<p>O secretário Egon Krakhecke, de Extrativismo e Desenvolvimento Agrário Sustentável, explicou que, ao lado do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), o mapeamento digital da Amazônia é uma prioridade para o MMA. &#8220;As bases cartográficas servirão de subsídios para o planejamento e ordenamento territorial da Amazônia. Elas são importantes e têm papel estratégico para todos os ministérios e para todo o País&#8221;, disse.</p>
<p>A reunião serviu para mostrar os resultados alcançados até o momento e para readequar o calendário das próximas etapas. O diretor de Zoneamento Territorial do MMA, Roberto Vizentin, destacou que com as bases de 1:100 mil o poder público e a sociedade civil terão uma ferramenta extremamente importante para subsidiar o processo de planejamento, a tomada de decisão e implementação das políticas públicas ambientais, agrárias, de saúde, entre outras. Também vai mostrar toda a malha de transporte, hidroviária, localidades e as manchas urbanas.</p>
<p>Vizentin diz que o projeto entra na fase de ampliação da parceria com os estados, visando a produção e manutenção compartilhada da base de dados cartográficas. Pela primeira vez, acrescenta o diretor, esse trabalho ocorre no marco da política nacional estabelecida na Inde (Infra-Estrutura Nacional de Dados Espaciais), decreto do presidente da República que define padrões e critérios para informações espaciais.</p>
<p>&#8220;O projeto será especialmente importante para a política e gestão ambientais, contribuindo diretamente para implementação das prioridades do MMA como combate ao desmatamento, gestão das Unidades de Conservação, realização do ZEE e os planos de gestão dos recursos hídricos&#8221;, destacou.</p>
<p>Fonte: Ministério do Meio Ambiente</p>
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		<title>Altir Peruzzo se encontra com ministro do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 03:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, recebeu nesta quinta-feira, em Brasília, um grupo de 17 prefeitos, que fazem parte da &#8220;lista do desmatamento&#8221; da Amazônia Legal. &#8221;Ninguém tem orgulho em estar aqui&#8221;, disse um dos prefeitos presentes. No total, a lista tem 36 cidades que, no ano passado, foram responsáveis por 50% das perdas florestais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, recebeu nesta quinta-feira, em Brasília, um grupo de 17 prefeitos, que fazem parte da &#8220;lista do desmatamento&#8221; da Amazônia Legal. &#8221;Ninguém tem orgulho em estar aqui&#8221;, disse um dos prefeitos presentes. No total, a lista tem 36 cidades que, no ano passado, foram responsáveis por 50% das perdas florestais na região. A reunião desta quinta-feira foi uma espécie de preparatório para o encontro que acontece em março, dessa vez com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><strong>Fome</strong><br />
&#8220;Não estamos aqui para crucificar ninguém&#8221;, disse Minc. O objetivo, segundo ele, era ouvir dos prefeitos quais os obstáculos para se implementar uma política de desmatamento zero. &#8220;Queremos ouvir o que deu certo e o que não deu certo&#8221;, disse o ministro. Ao pedirem a palavra, os prefeitos concentraram suas críticas à atuação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Incra.</p>
<p>O prefeito de Querência (MT), Fernando Gorgen, disse que o Incra permite assentamentos de terra &#8220;no meio da mata&#8221;, em regiões sem infra-estrutura. De acordo com os dados do Ministério do Meio Ambiente, o desmatamento no município cresceu 79% em 2008.</p>
<p>&#8220;O pai de família é assentado no meio da mata e, se for cumprir a regra ambiental, vai passar fome&#8221;, disse o prefeito ao ministro Minc. &#8220;O próprio governo federal que lhe concede o assentamento, depois vem multá-lo&#8221;. De acordo com a lei, os proprietários de terra em áreas florestais são obrigados a preservar, pelo menos, 80% da propriedade. Os 20% restantes estão liberados para a agricultura ou pecuária. A multa para quem desrespeitar a lei varia entre R$ 50 e R$ 500 por dia.</p>
<p>O prefeito de Juína (MT), Altir Antônio Peruzzo, diz que o grande desafio de sua região é o pequeno produtor, que não tem recursos financeiros para sobreviver com 20% da área. &#8220;O grande proprietário não sofre. Eu mesmo tenho uma propriedade de 150 hectares, mas como não dependo dela financeiramente, consigo preservá-la&#8221;.</p>
<p>Além disso, ele diz que a administração municipal tem outros problemas, ainda mais graves. &#8220;Estamos falando de um município onde o saneamento básico é zero. Não temos rede de esgoto&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;Mico&#8221;</strong><br />
O Ministério do Meio Ambiente precisa da ajuda dos municípios para implementar o Plano de Nacional de Mudança do Clima. Apresentado em dezembro pelo presidente Lula, o plano prevê metas graduais para a redução do desmatamento. A primeira fase prevê uma redução de 70% até 2017.</p>
<p>&#8220;Se não conseguirmos atingir a meta vamos pagar um mico internacional&#8221;, disse o ministro Minc aos prefeitos.<br />
&#8220;Sabemos que não é fácil, que não estamos falando de municípios ricos. O governo federal quer atuar como parceiro e, para isso, precisamos saber quais são as dificuldades&#8221;.</p>
<p>Durante a reunião, o governo federal entregou aos prefeitos imagens de alta resolução com as áreas mais afetadas pelo desmatamento. As fotos foram tiradas por uma aeronave da Força Aérea Brasileira, equipada especificamente para esse fim &#8211; o zoom do radar chega a 6 metros. As imagens foram coletadas de março a outubro de 2008, ao custo de R$ 3,7 milhões.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Fabrícia Peixoto<br />
Da BBC Brasil em Brasília</em></strong></p>
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		<title>Reter CO2 em floresta rende R$ 226 por hectare, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 13:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo de cientistas da Universidade de Utrecht (Holanda) estima que a retenção de gases do efeito estufa por meio da preservação da Amazônia vale entre R$ 113 e R$ 226 por hectare de floresta ao ano. O cálculo está em um estudo divulgado ontem, que avalia diversos outros &#8220;serviços ecológicos&#8221; prestados pela região.
Prevenir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo de cientistas da Universidade de Utrecht (Holanda) estima que a retenção de gases do efeito estufa por meio da preservação da Amazônia vale entre R$ 113 e R$ 226 por hectare de floresta ao ano. O cálculo está em um estudo divulgado ontem, que avalia diversos outros &#8220;serviços ecológicos&#8221; prestados pela região.</p>
<p>Prevenir a erosão naquelas terras, por exemplo, poupa à economia R$ 537 por hectare ao ano. As contas, feitas a pedido da ONG WWF, mostram que a destruição da Amazônia pode ser contida se for dado um estímulo financeiro à manutenção desses serviços ecológicos.</p>
<p>O relatório aborda, ainda, práticas que aceleram a destruição da floresta, como a produção não-sustentável de carne e de soja. E corresponsabiliza países que importam esses produtos. No caso da carne, os principais importadores são Rússia, Reino Unido e Egito. A China é o maior importador de soja e a Holanda, o segundo.</p>
<p>&#8220;O estudo também tem o objetivo de refletir sobre o papel dos consumidores e de bancos que financiam atividades predatórias&#8221;, afirma Mauro Armelin, do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do WWF-Brasil.</p>
<p><strong>Folha de S.Paulo<br />
</strong></p>
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		<title>Amazônia sofreu destruição de 17% em cinco anos, diz ONU</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 04:38:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wallace Araújo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Juína]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Um relatório prestes a ser divulgado pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) aponta que 17% da Floresta Amazônica foram destruídos em um período de cinco anos, entre 2000 e 2005.
A informação foi noticiada pelo jornal francês Le Monde na quinta-feira, e foi confirmada à BBC Brasil pelo Pnuma.
Segundo o jornal, durante este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um relatório prestes a ser divulgado pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) aponta que 17% da Floresta Amazônica foram destruídos em um período de cinco anos, entre 2000 e 2005.</strong></p>
<p>A informação foi noticiada pelo jornal francês Le Monde na quinta-feira, e foi confirmada à <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2009/01/090130_amazonialemondeml.shtml">BBC Brasil</a> pelo Pnuma.</p>
<p>Segundo o jornal, durante este período foram queimados ou destruídos 857 mil km² de árvores &#8211; o equivalente ao território da Venezuela.</p>
<p>A maior parte do desmatamento ocorreu no Brasil, mas os outros sete países que também abrigam a floresta estão sendo responsabilizados pela Pnuma, com exceção da Venezuela e do Peru.</p>
<p><strong>&#8216;Irreversível&#8217;</strong></p>
<p>&#8220;A progressão das frentes pioneiras na Amazônia e as transformações que elas introduziram são tantas que o movimento de ocupação dessa última fronteira do planeta parece irreversível&#8221;, disse o órgão da ONU ao Le Monde.</p>
<p>Além do desmatamento, a grande corrida pela apropriação das gigantescas reservas de terra e das matérias-primas da região também tem um papel importante na deterioração da Amazônia, segundo o jornal.</p>
<p>&#8220;O modelo de produção dominante não leva em conta critério algum de desenvolvimento sustentável, conduz à fragmentação dos ecossistemas e à erosão da biodiversidade&#8221;, afirmou o Pnuma.</p>
<p>A entidade também condenou a situação das populações que habitam a floresta, que &#8220;vivem uma situação de grande pobreza&#8221;. &#8220;A riqueza retirada da exploração dos recursos naturais não é reinvestida na região&#8221;, disse.</p>
<p>O Le Monde conclui o artigo citando que o Pnuma pede um maior envolvimento internacional para ajudar financeiramente os países que abrigam a floresta, e cita como possível caminho o Fundo Amazônia, que prevê o investimento de fontes estrangeiras para desenvolver projetos que combatem o desmatamento.</p>
<p>O Pnuma prevê que o relatório final, com mais dados ainda sigilosos, seja divulgado durante o encontro anual de seu conselho administrativo, marcado entre 16 e 20 de fevereiro em Nairóbi, no Quênia.</p>
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